terça-feira, 12 de junho de 2012

Thinking

Pensei em tantos assuntos pra tratar hoje, que acabei me esquecendo de todos eles, pelo simples fato da minha preguiça ser tão grande ao ponto de me deixar levar a pensar que sou capaz de guardar, e o que é pior, achar que iria lembrar depois de mais de 12 horas sem ao menos pensar no que eu tinha pensado. Loucuras à parte, Não posso deixar de lembrar que hoje é Dia dos Namorados.
 Nunca me esqueço de um texto no qual publiquei aqui uma vez, muito tempo há atrás, sobre este dia (eu estava solteira, se alguém resolver fuçar por aqui porque a curiosidade é grande). Sempre lembro porque foi um dos textos dos quais mais gostei.
 Dizem que somos muito exigentes com nossos trabalhos (eu sempre concordei com essa frase). Já pararam pra pensar como é difícil falar de um único assunto num único post? Eu nunca consegui. Sempre falo de tantos assuntos que chego a deixar as pessoas tontas (tipo...cansadas!). 
Como o dia é todo romântico (adoro quando o Google fica romântico nesse dia!), dedico este post ao "A M O R"!
É com ele que nos tornamos invenciveis.
É com ele que parecemos bobos.
É por ele que sofremos.
É junto com ele que somamos nossa felicidade.
É por ele que acreditamos em finais felizes.
É sempre por e com ele que a vida tem sentido.
O que seria de nós, sem ele?


         Feliz Dia dos Namorados!

domingo, 10 de junho de 2012

Breathing


Puxa. Depois de tanto tempo longe dos meus proprios pensamentos e dos meus proprios momentos de sentar e conversar comigo, hoje me dei isso de presente. Prestando atenção em uma música que há tanto tempo eu não ouvia, me fez parar para pensar no por quê eu um dia gostei dela. Por que gostamos de certas músicas e de outras não? O que acontece dentro da nossa cabeça pra esse tipo de seleção acontecer? Porque afinal de contas, todas as músicas que existem, é porque alguém já as ouviu, gostou, e compartilhou com outras para que isso pudesse vir a ser um sucesso. Enfim... perguntas (gosto delas pra começar um texto). Outro dia, ouvi alguém dizer que quando escrevemos nos blogs, colocamos nossos pensamentos em ordem, e acabamos tendo uma sessão de psicanálise sem pagar nada por ela (embora eu ainda ache que preciso de um profissinal pra me entender, porque tem casos que fica difícil até pra mim!!!) (Obrigada Natalia Klein pela frase)!. Há uns quatro ou cinco anos atrás eu pensei que poderia ganhar dinheiro tranquilamente escrevendo neste blog. O problema é que ninguém lia. Coisa que eu ainda acho que acontece. Mas tudo bem. O mais engraçado é que deu certo com tanta gente, mas comigo não. Embora algumas pessoas já tenham me falado que meus diarios deveriam virar livros (não vejo tanta coisa engraçada neles, até porque seria uma completa idiotice rir da propria vida (rir dos outros, SIM, rir dos seus podres, NÂO, pelo amor de deus NÃO)). Mas enfim... Finalmente voltei a ter inspirações para viver o mundo das escritas, das divagações, dos momentos psicóticos, dos dias nublados e dos dias que erradiam luz por todos os lados. Volto com meu mundo internautico porque preciso desse escape pra poder viver sem ficar louca (visto que, mesmo eu tendo esse escape antigamente, eu já vivia uma psicose problemática, então dá pra imaginar que é uma necessidade). Não prometo estar aqui sempre, mas prometo estar... Tudo mudou.. Desde a minha vida (que já faz um tempo não é mais escrita nas linhas tênues das ruas de Curitiba), ao estilo deste blog (nunca imaginei que teria finalmente um espaço gigantesco pra escrever (e ficar sem ocupar nem metade do poderoso quadrado que me deixaram para expressar todos os meus sentimentos)). SIM! Eu escrevo com muitos parênteses. Mas como explicar as coisas sem embaraçar toda uma cabeça (a sua, não a minha)??? Estou lendo 3 livros ao mesmo tempo, estudando, trabalhando, começando mais um programa de saúde (caminhada), e ainda assim encontro tempo pra poder assistir minhas eternas series que tanto me fazem bem (gosto de viver a vida dos outros por um tempo, só pra me deixar longe um pouco das coisas que tenho aqui). Desejo a quem entrar aqui (e a mim mesma), uma ótima semana (sem muitos e nem poucos acontecimentos. Na medida certa pra que você e eu consigamos aguentar e continuar nesse caminho). Deixo-os com uma música maravilhosa da Adele (música pela qual acabei de me apaixonar, e por uma cantora que a cada dia mais tem me fascinado com sua belíssima voz).

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Relembrando...

Muitas vezes pego-me vagando nos pensamentos distantes.
Já presenciei tanta coisa.
É incrivél como que, por mais que passemos por algo que imaginamos ser algo que nunca mais vai passar, que nunca mais nos recuperaremos, eis que o tempo nos dá uma rasteira, e nos mostra como é fácil esquecer, como é fácil sobreviver.
Nem ao menos lembro qual foi o último livro que eu li igual ao que meu pai leu. Às vezes sinto falta disso. Eram coisas que me ligavam mais a ele. Não que hoje eu não tenha ligações, mas parecia que antes era maior.
Sempre espero o melhor do que faço. Sempre espero demais. Esperar só serve pra enervar as energias.
Meus sonhos aos poucos estão se tornando realidade, e isso me faz bem. Cada coisa caminhando tão perfeitamente que tenho até medo. Embora algumas ainda sejam um mistério, outras passam por cima, mostrando-me novamente que esperar o tempo certo tem suas vantagens.
Quero mais do que simplesmente sonhar. Quero tornar tudo realidade. Nem que sejam planos futuros, mas que um dia farão parte da minha vida. Serão a minha vida.
Tenho muitos defeitos que preciso concertar. Quem sabe um dia eu os concerte, quem sabe não. Talvez elas façam parte do que eu realmente sou. Defeitos para alguns, acertos para mim.

Vivendo e aprendendo sempre!

Lile

domingo, 19 de junho de 2011

Sinto como se não Fosse Eu

Tem dias que eu simplesmente sinto como se não fosse eu.
Geralmente eu fico com aquela vontade de conversar com alguém sobre tudo, só pra ver se me acho um pouco, e nesses tipos de casos nunca aparece uma alma viva.
Por vezes eu preciso da opinião dos outros, às vezes pra ter certeza que eu to ficando louca, ou pra perceber mais uma vez, que estou servindo cada vez menos pra conversar digitando. Necessito da voz, da risada. Ainda considero o papo por PC algo muito vago. Minha interpretação melhorou muito nesses longos anos de conversas por MSN e Skype, mas ainda sim, tem coisas que eu simplesmente não sei interpretar (por mais que já tenha perguntado pessoalmente e a pessoa tenha dito que é assim mesmo, que não faz por mau).
Estou cheia dos "querias" na minha mente.
Queria ler um livro (mas só de pensar que vou ter que levantar daqui, já me desanima).
Queria conversar com alguem (normalmente esse alguém ou não aparece ou também não está no seu melhor dia).
Queria ligar a tv (domingo + tv aberta = tédio completo e absoluto).
Queria que as coisas se resolvessem super rápido (não sou a Gennie é um Gênio).
Queria ver um filme (sem saco pra esperar baixar algum e sem tv a cabo).
Hoje nitidamente estou de saco cheio de mim!

Lile

quinta-feira, 2 de junho de 2011

NEUROSE É COISA POCA...

Com tanta "experiência" de vida, nós mulheres, depois de um certo tempo, deveriamos aprender a usar o que já sabemos, a famosa coisa "estou careca de saber".
Certos sentimentos, certas atitudes, já são coisas normais. Deixar passar sem se preocupar deveria ser o nosso primeiro pensamento, mas qual é ele? "Ai meu deus, o que será que eu fiz dessa vez?", "será que ele está bravo comigo por alguma coisa que eu não fiz?", "acho que agora ele termina comigo".
O medo do "terminar" é tão grande que parece que corroer todo o ser normal e racional por dentro de nós, dando lugar pro ser mais irracional e emocional que possa existir na terra, é o mais natural e óbvio que deve-se fazer. Tudo isso por falta de confiança em nós mesmas. E não estou dizendo que eu não faço isso, que sou a 100% eu. Acho que sou a prova mais viva que isso sempre acontece e ponto final.
Acho que a maior questão é o acreditar. As palavras saem tão facilmente da boca, que fica difícil saber quando elas são reais, de quando são apenas balbuciadas para se ter algo em troca.
Por vezes pego-me a pensar nas coisas do passado, normalmente erros grotescos. Medo de mim nesses momentos. Mas percebo que mesmo aprendendo com eles, os erros, ainda cometo alguns iguais por pura birra da cabeça. Sem ao menos colocar o cérebro pra pensar, pego-me agindo da mesma forma. Coisa louca!
É aí que eu penso, pra que serve o passado a não ser nos atormentar e nos dizer:"olha...você tá errando de novo, sua idiota, sem noção"?
Queria que pra certas coisas existisse a lavagem cerebral.Pra simplesmente sumir, ou no mínimo ficar guardado em algum lugar no qual a gente nunca usa.
Acho que na verdade faz parte do ser humano errar por pura birra da cabeça. Sabe-se o certo, mas deixa-se do jeito que está. Talvez esteja bem assim, talvez não, mas quem liga????
EEEEEEEU LIGOOOOOO!!!!!!!


Lile

sexta-feira, 22 de abril de 2011

City of Angels

Ontem comecei a assistir esse filme. Coisa mais fofa, sempre.
Fico pensando se temos mesmo anjos ao nosso redor. Minhas crenças mudaram muito ao longo do tempo, e fica difícil dizer algo concreto.
"Eles não precisam nos ver". Ás vezes... só ás vezes, eu queria poder vê-los. Poder acreditar na força celestial que os envolvem.
Meu coração anda meio frio pra muitas coisas, e pra falar a verdade, sinto falta dele mais quente. Mas eu simplesmente me perdi em pensamentos que hoje parecem muito mais certos do que eram antes.

Existe algo desse filme que sempre me faz pensar... O destino é realmente muito traiçoeiro. Não importa quem você seja, sofrer faz parte do ser humano.
Ouvi um dia desses que a gente sofre por um período de tempo, mas depois passa. Nos acostumamos com a falta, continuamos a viver, já que temos essa opção. Nada é pra sempre. Nenhum sofrimento dura a vida inteira. Soa até meio egoísta isso, mas "é a vida".
Consegue sentir, imaginar, simplesmente não ter mais aquela pessoa que você ama ao seu lado, todos os dias? Consegue pensar em como será sua vida dali pra frente, sendo que todos os seus pensamentos sempre tinham a pessoa em volta? Consegue concentrar seus pensamentos em outras coisas, deixar de sofrer, de chorar, de se odiar por um dia ter deixado essa pessoa partir sem ao menos tentar impedí-la? Consegue viver com pensamentos e lembranças de um passado que você queria, por pelo menos mais um momento, se tornar parte do presente? Consegue ouvir aquelas músicas que ao ouví-las, você lembrava da pessoa, ou de algum acontecimento que envolvia-a? Consegue deixar no passado e viver seu presente sem o amor, o carinho, tudo aquilo que um dia teve do melhor jeito possível, e agora precisa procurar algo ao menos semelhante pra continuar vivendo?
Eu não consigo.

Lile

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Coisas pra se ter em Casa

Por esses dias ando meio que em um dilema, impasse, sei lá, um problema.
Começo a pensar no que mais me falta em casa.
Já sentiu um vazio antes com o qual já estava difícil de conviver? Pois é. Esse vazio tem corroído minha alma. Estou em frangalhos pra saber o que me falta.
A descoberta ainda continua.
Ás vezes acho que simplesmente eu sei, mas não quero concordar com o que eu sei.
Ter certeza de algo que você sabe que não é a hora certa é algo foda.
Ando pensando muito na minha vida.
As crianças tem me proporcionado muita alegria. Gosto muito do tempo que passo ao lado deles.


Não sei bem o que estou escrevendo.
Prefiro pensar que simplesmente são palavras ao vento.

Lile