E não tenho mesmo.
Por mais que eu esteja casada, não me vejo senhora.
Senhora é algo que me soa tão velho.
Realmente acho que deveriam trocar "senhora" por algo mais moderno.
É certo que nem senhorita não nos chamam e nunca irão chamar(acho que a única vez que usaram senhorita, foi na conta do meu antigo celular).
Não é que eu não goste do título. Só acho realmente que ele não se encaixa pra minha idade.
Tenho 24 anos. Não tenho rosto de senhora e mesmo assim sou colocada como.
Coisa mais estranha. Mas... a gente deixa essas coisas passarem perto dos nossos maridos, já que pra eles, vai soar tudo, menos que o motivo por não gostarmos é a agressão ao nosso ego.
Costumamos ouvir chamar de senhora, nossas mães, pessoas mais velhas (bem mais velhas). Complica quando a coisa chega antes do previsto em você.
Acreditem ou não, com essa história de senhora, acho que envelheci uns bons anos.
Neurose? Pode até ser... Mas qual mulher não se sentiu mau ouvindo senhora antes mesmo de se achar nesse nível de hierarquia????
Lile
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Menos de 4 Meses
Tanta coisa acontecendo...
Nesses 22 dias de volta, estou me divertindo muito por aqui.
É bom estar perto da família e dos velhos e bons amigos.
Mas tem momentos que eu queria realmente tirar férias, ou dormir um dia inteiro. Sem que ninguém me encomodasse, falasse o que eu devo fazer, sem horário pra nada.
Estou sentindo falta desesperadamente da minha liberdade de horário.
Dos meus momentos de paz (sem ninguém berrando pra que eu faça algo, ou dizendo que eu não fiz algo até o dito momento).
A loucura faz parte do ser humano, e isso eu já aprendi faz tempo. Mas é uma loucura saudável. A que eu estou tendo, não é nada saudável. Pelo contrário, tem me deixado estressada, com dores pelo corpo por noites mau dormidas, e uma vontade imensa de mandar a pessoa pra´quele lugar.
Hoje me dei conta que, por mais que nossos pensamentos não batam de jeito nenhum com os pensamentos retrógrados da cidade onde você vive, ou você se adapta à eles e dança conforme a música, ou não dança mais.
Resolvi dançar conforme a música que toca por aqui. Admito que não é nada do ritmo que eu costumo ouvir, mas é o que vai me levar a ganhar troféus e méritos.
Então... que a dança comece.
Nesses 22 dias de volta, estou me divertindo muito por aqui.
É bom estar perto da família e dos velhos e bons amigos.
Mas tem momentos que eu queria realmente tirar férias, ou dormir um dia inteiro. Sem que ninguém me encomodasse, falasse o que eu devo fazer, sem horário pra nada.
Estou sentindo falta desesperadamente da minha liberdade de horário.
Dos meus momentos de paz (sem ninguém berrando pra que eu faça algo, ou dizendo que eu não fiz algo até o dito momento).
A loucura faz parte do ser humano, e isso eu já aprendi faz tempo. Mas é uma loucura saudável. A que eu estou tendo, não é nada saudável. Pelo contrário, tem me deixado estressada, com dores pelo corpo por noites mau dormidas, e uma vontade imensa de mandar a pessoa pra´quele lugar.
Hoje me dei conta que, por mais que nossos pensamentos não batam de jeito nenhum com os pensamentos retrógrados da cidade onde você vive, ou você se adapta à eles e dança conforme a música, ou não dança mais.
Resolvi dançar conforme a música que toca por aqui. Admito que não é nada do ritmo que eu costumo ouvir, mas é o que vai me levar a ganhar troféus e méritos.
Então... que a dança comece.
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