E não tenho mesmo.
Por mais que eu esteja casada, não me vejo senhora.
Senhora é algo que me soa tão velho.
Realmente acho que deveriam trocar "senhora" por algo mais moderno.
É certo que nem senhorita não nos chamam e nunca irão chamar(acho que a única vez que usaram senhorita, foi na conta do meu antigo celular).
Não é que eu não goste do título. Só acho realmente que ele não se encaixa pra minha idade.
Tenho 24 anos. Não tenho rosto de senhora e mesmo assim sou colocada como.
Coisa mais estranha. Mas... a gente deixa essas coisas passarem perto dos nossos maridos, já que pra eles, vai soar tudo, menos que o motivo por não gostarmos é a agressão ao nosso ego.
Costumamos ouvir chamar de senhora, nossas mães, pessoas mais velhas (bem mais velhas). Complica quando a coisa chega antes do previsto em você.
Acreditem ou não, com essa história de senhora, acho que envelheci uns bons anos.
Neurose? Pode até ser... Mas qual mulher não se sentiu mau ouvindo senhora antes mesmo de se achar nesse nível de hierarquia????
Lile
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
Vida de Casada!
Um dia que estou casada, e já nem vi meu marido muito.
Motivo? Fomos para lados diferentes. Eu sai com a Stefanie, minha nova amiga aqui na city. e Ele foi rever os antigos amigos.
Tudo bem, tudo bem. Como sempre dizem, "vocês tem a vida inteira pela frente pra ficarem juntos. Desgrudem-se um pouco". Mas pra mim, não é bem por aí.
Pensamos sempre positivamente que teremos uma longa vida pela frente, mas eu nunca descarto o fato de sermos muito imprevisíveis e por não sabermos como o Homem lá de cima se ajeita com nossos caminhos e tropeços. É aí que eu sou um pouco mais fria (e por que não dizer, calculista??) e sempre acabo decepcionando os mais positivos de plantão. Acho que todo momento que passamos juntos é válido, único. Tudo que fazemos juntos ou separados, não vão mais acontecer. Pode ser parecido, mas não igual. Sou do tipo realista. Ninguém vai viver pra sempre. Ninguém sabe o dia exato que vai morrer. Até porque acho que isso não daria muito certo pro ser humano.
Mas esse pensamento demorou a se instalar na minha cabeça. Demorei a entender que eu não sou a única bolacha do pacote, e que as outras pessoas também tem seus momentos, com ou sem mim.
Mas ainda penso em muita coisa, das quais não me orgulho, mas que ainda simplesmente não aprendi a controlar.
Queria ser mais fria ainda em certos aspectos, mas meu coração todo meloso, ciumento, carente e problemático sempre inventa um medinho novo, alimentado pelo bichinho chamado passado. E eu me pego, sem perceber, pensando tudo de novo. Sendo toda carente em situações que são até ridículas e que tenho vergonha de dizer.
O fato é que, tem certas coisas que eu não entendo por que penso. Porque insiste em estar me rodeando. Já não basta tudo que tenho passado, todos os descabelamentos e preocupações do dia-a-dia que sem mais nem menos aparecem, agora começo a dar piti comigo mesma????
Ahh não. Sai pra lá negatividade.
Embora ainda exista um certo assunto que preciso conversar. Porque ainda o considero válido. Certas coisas só se mudam quando um passo ainda maior é dado. Por exemplo, na dança. Enquanto estamos no famoso passo básico, aprendendo sozinhos, um de frente para o outro, tá tudo bem, maravilha. Mas, quando junta os dois pra dançarem, tendo que seguir uma aquela lei e ainda pensar no ritmo da música, em quem conduz quem, é outro passo completamente novo, que só se é dado quando se tem a firme segurança que não vai ser agredido no andar de baixo (os pés).
Temos um passo mau resolvido. E é preciso resolvê-lo antes que o passo volte a ser dado e descompasse toda a música.
Lile
Motivo? Fomos para lados diferentes. Eu sai com a Stefanie, minha nova amiga aqui na city. e Ele foi rever os antigos amigos.
Tudo bem, tudo bem. Como sempre dizem, "vocês tem a vida inteira pela frente pra ficarem juntos. Desgrudem-se um pouco". Mas pra mim, não é bem por aí.
Pensamos sempre positivamente que teremos uma longa vida pela frente, mas eu nunca descarto o fato de sermos muito imprevisíveis e por não sabermos como o Homem lá de cima se ajeita com nossos caminhos e tropeços. É aí que eu sou um pouco mais fria (e por que não dizer, calculista??) e sempre acabo decepcionando os mais positivos de plantão. Acho que todo momento que passamos juntos é válido, único. Tudo que fazemos juntos ou separados, não vão mais acontecer. Pode ser parecido, mas não igual. Sou do tipo realista. Ninguém vai viver pra sempre. Ninguém sabe o dia exato que vai morrer. Até porque acho que isso não daria muito certo pro ser humano.
Mas esse pensamento demorou a se instalar na minha cabeça. Demorei a entender que eu não sou a única bolacha do pacote, e que as outras pessoas também tem seus momentos, com ou sem mim.
Mas ainda penso em muita coisa, das quais não me orgulho, mas que ainda simplesmente não aprendi a controlar.
Queria ser mais fria ainda em certos aspectos, mas meu coração todo meloso, ciumento, carente e problemático sempre inventa um medinho novo, alimentado pelo bichinho chamado passado. E eu me pego, sem perceber, pensando tudo de novo. Sendo toda carente em situações que são até ridículas e que tenho vergonha de dizer.
O fato é que, tem certas coisas que eu não entendo por que penso. Porque insiste em estar me rodeando. Já não basta tudo que tenho passado, todos os descabelamentos e preocupações do dia-a-dia que sem mais nem menos aparecem, agora começo a dar piti comigo mesma????
Ahh não. Sai pra lá negatividade.
Embora ainda exista um certo assunto que preciso conversar. Porque ainda o considero válido. Certas coisas só se mudam quando um passo ainda maior é dado. Por exemplo, na dança. Enquanto estamos no famoso passo básico, aprendendo sozinhos, um de frente para o outro, tá tudo bem, maravilha. Mas, quando junta os dois pra dançarem, tendo que seguir uma aquela lei e ainda pensar no ritmo da música, em quem conduz quem, é outro passo completamente novo, que só se é dado quando se tem a firme segurança que não vai ser agredido no andar de baixo (os pés).
Temos um passo mau resolvido. E é preciso resolvê-lo antes que o passo volte a ser dado e descompasse toda a música.
Lile
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