Faltando 30 dias pro meu casamento e eu realmente acho que o melhor negócio que fiz até agora foi ter contratado os serviços para o Dia da Noiva.
Da madrugada do dia 22 para o dia 23, já tive minha primeira insônia a troco de nada. Simplesmente meus olhos negaram-se em fechar, e ficaram abertos por muito tempo. Fui deitar umas 11 da noite, fui dormir 3 da manhã, e ainda lutando pra dormir, pq se dependesse da insônia, teria ficado até amanhecer.
Ser noiva é algo fascinante. Porém, tem seus contra pontos. Você fica nervosa à toa. Parece que nada dá certo (embora tudo esteja caminhando muito bem). As pessoas não te entendem (e sempre dizem que te entendem e que vai ficar tudo bem).
BEM - palavra difícil de se acertar comigo por esses dias.
Queria poder dormir por vários dias e acordar só quando tiver que ir pra Igreja. hahahaha
Estou BEM comigo (quando passa minha ansiedade).
Estou BEM comigo (quando passa minhas dores de estômago).
Estou BEM comigo (quando não preciso pensar em nada).
Estou BEM comigo (quando ninguém me assusta).
Enfim... deu pra ver que os momentos de bem estão cada vez mais raros, mas o bom é que tá cada vez mais perto, então a probabilidade de piorar é grande, mas de passar super rápido também.
Quem foi que disse que planejar um casamento, ficar noiva, e ainda ter que ser um amor com o noivo é fácil? Provalmente essa pessoa tava biruta já que nem pensava mais no que dizia.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Caminhar faz bem.
E no meu caso, rende até dinheiro.
Trabalhar caminhando de casa em casa é algo que nunca tinha me passado na cabeça. Mas apesar da canseira e leseira que eu tenho no final do dia, estou gostando mesmo.
Meus dias estão resumidos a andar, andar e andar mais um pouco.
Só meus joelhos que não estão gostando nada da caminhada diária. Reclamam toda noite. Mas os ossos do ofício são assim mesmo.
O casamento vai caminhando muito bem. Já entregramos os convites em Curitiba (que foi uma corrida contra o tempo por lá), vi muitas das coisas da minha lista que estava faltando. Logicamente ainda falta muito pra ser visto, feito, escolhido, mas vai dar tempo de tudo. Espero eu pelo menos.
O melhor de tudo é que depois do casamento, de toda aprontação, do acontecimento em si, vamos viajar. Uma lua-de-mel inesquecível. Não vejo a hora pra toda essa loucura passar e poder finalmente começar a viver minha vida de casada (de verdade!).
Preciso de férias. Se não a loucura vai tomar conta do meu ser.
Trabalhar caminhando de casa em casa é algo que nunca tinha me passado na cabeça. Mas apesar da canseira e leseira que eu tenho no final do dia, estou gostando mesmo.
Meus dias estão resumidos a andar, andar e andar mais um pouco.
Só meus joelhos que não estão gostando nada da caminhada diária. Reclamam toda noite. Mas os ossos do ofício são assim mesmo.
O casamento vai caminhando muito bem. Já entregramos os convites em Curitiba (que foi uma corrida contra o tempo por lá), vi muitas das coisas da minha lista que estava faltando. Logicamente ainda falta muito pra ser visto, feito, escolhido, mas vai dar tempo de tudo. Espero eu pelo menos.
O melhor de tudo é que depois do casamento, de toda aprontação, do acontecimento em si, vamos viajar. Uma lua-de-mel inesquecível. Não vejo a hora pra toda essa loucura passar e poder finalmente começar a viver minha vida de casada (de verdade!).
Preciso de férias. Se não a loucura vai tomar conta do meu ser.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Não Tenho Rosto de Senhora
E não tenho mesmo.
Por mais que eu esteja casada, não me vejo senhora.
Senhora é algo que me soa tão velho.
Realmente acho que deveriam trocar "senhora" por algo mais moderno.
É certo que nem senhorita não nos chamam e nunca irão chamar(acho que a única vez que usaram senhorita, foi na conta do meu antigo celular).
Não é que eu não goste do título. Só acho realmente que ele não se encaixa pra minha idade.
Tenho 24 anos. Não tenho rosto de senhora e mesmo assim sou colocada como.
Coisa mais estranha. Mas... a gente deixa essas coisas passarem perto dos nossos maridos, já que pra eles, vai soar tudo, menos que o motivo por não gostarmos é a agressão ao nosso ego.
Costumamos ouvir chamar de senhora, nossas mães, pessoas mais velhas (bem mais velhas). Complica quando a coisa chega antes do previsto em você.
Acreditem ou não, com essa história de senhora, acho que envelheci uns bons anos.
Neurose? Pode até ser... Mas qual mulher não se sentiu mau ouvindo senhora antes mesmo de se achar nesse nível de hierarquia????
Lile
Por mais que eu esteja casada, não me vejo senhora.
Senhora é algo que me soa tão velho.
Realmente acho que deveriam trocar "senhora" por algo mais moderno.
É certo que nem senhorita não nos chamam e nunca irão chamar(acho que a única vez que usaram senhorita, foi na conta do meu antigo celular).
Não é que eu não goste do título. Só acho realmente que ele não se encaixa pra minha idade.
Tenho 24 anos. Não tenho rosto de senhora e mesmo assim sou colocada como.
Coisa mais estranha. Mas... a gente deixa essas coisas passarem perto dos nossos maridos, já que pra eles, vai soar tudo, menos que o motivo por não gostarmos é a agressão ao nosso ego.
Costumamos ouvir chamar de senhora, nossas mães, pessoas mais velhas (bem mais velhas). Complica quando a coisa chega antes do previsto em você.
Acreditem ou não, com essa história de senhora, acho que envelheci uns bons anos.
Neurose? Pode até ser... Mas qual mulher não se sentiu mau ouvindo senhora antes mesmo de se achar nesse nível de hierarquia????
Lile
sábado, 31 de julho de 2010
Vida de Casada!
Um dia que estou casada, e já nem vi meu marido muito.
Motivo? Fomos para lados diferentes. Eu sai com a Stefanie, minha nova amiga aqui na city. e Ele foi rever os antigos amigos.
Tudo bem, tudo bem. Como sempre dizem, "vocês tem a vida inteira pela frente pra ficarem juntos. Desgrudem-se um pouco". Mas pra mim, não é bem por aí.
Pensamos sempre positivamente que teremos uma longa vida pela frente, mas eu nunca descarto o fato de sermos muito imprevisíveis e por não sabermos como o Homem lá de cima se ajeita com nossos caminhos e tropeços. É aí que eu sou um pouco mais fria (e por que não dizer, calculista??) e sempre acabo decepcionando os mais positivos de plantão. Acho que todo momento que passamos juntos é válido, único. Tudo que fazemos juntos ou separados, não vão mais acontecer. Pode ser parecido, mas não igual. Sou do tipo realista. Ninguém vai viver pra sempre. Ninguém sabe o dia exato que vai morrer. Até porque acho que isso não daria muito certo pro ser humano.
Mas esse pensamento demorou a se instalar na minha cabeça. Demorei a entender que eu não sou a única bolacha do pacote, e que as outras pessoas também tem seus momentos, com ou sem mim.
Mas ainda penso em muita coisa, das quais não me orgulho, mas que ainda simplesmente não aprendi a controlar.
Queria ser mais fria ainda em certos aspectos, mas meu coração todo meloso, ciumento, carente e problemático sempre inventa um medinho novo, alimentado pelo bichinho chamado passado. E eu me pego, sem perceber, pensando tudo de novo. Sendo toda carente em situações que são até ridículas e que tenho vergonha de dizer.
O fato é que, tem certas coisas que eu não entendo por que penso. Porque insiste em estar me rodeando. Já não basta tudo que tenho passado, todos os descabelamentos e preocupações do dia-a-dia que sem mais nem menos aparecem, agora começo a dar piti comigo mesma????
Ahh não. Sai pra lá negatividade.
Embora ainda exista um certo assunto que preciso conversar. Porque ainda o considero válido. Certas coisas só se mudam quando um passo ainda maior é dado. Por exemplo, na dança. Enquanto estamos no famoso passo básico, aprendendo sozinhos, um de frente para o outro, tá tudo bem, maravilha. Mas, quando junta os dois pra dançarem, tendo que seguir uma aquela lei e ainda pensar no ritmo da música, em quem conduz quem, é outro passo completamente novo, que só se é dado quando se tem a firme segurança que não vai ser agredido no andar de baixo (os pés).
Temos um passo mau resolvido. E é preciso resolvê-lo antes que o passo volte a ser dado e descompasse toda a música.
Lile
Motivo? Fomos para lados diferentes. Eu sai com a Stefanie, minha nova amiga aqui na city. e Ele foi rever os antigos amigos.
Tudo bem, tudo bem. Como sempre dizem, "vocês tem a vida inteira pela frente pra ficarem juntos. Desgrudem-se um pouco". Mas pra mim, não é bem por aí.
Pensamos sempre positivamente que teremos uma longa vida pela frente, mas eu nunca descarto o fato de sermos muito imprevisíveis e por não sabermos como o Homem lá de cima se ajeita com nossos caminhos e tropeços. É aí que eu sou um pouco mais fria (e por que não dizer, calculista??) e sempre acabo decepcionando os mais positivos de plantão. Acho que todo momento que passamos juntos é válido, único. Tudo que fazemos juntos ou separados, não vão mais acontecer. Pode ser parecido, mas não igual. Sou do tipo realista. Ninguém vai viver pra sempre. Ninguém sabe o dia exato que vai morrer. Até porque acho que isso não daria muito certo pro ser humano.
Mas esse pensamento demorou a se instalar na minha cabeça. Demorei a entender que eu não sou a única bolacha do pacote, e que as outras pessoas também tem seus momentos, com ou sem mim.
Mas ainda penso em muita coisa, das quais não me orgulho, mas que ainda simplesmente não aprendi a controlar.
Queria ser mais fria ainda em certos aspectos, mas meu coração todo meloso, ciumento, carente e problemático sempre inventa um medinho novo, alimentado pelo bichinho chamado passado. E eu me pego, sem perceber, pensando tudo de novo. Sendo toda carente em situações que são até ridículas e que tenho vergonha de dizer.
O fato é que, tem certas coisas que eu não entendo por que penso. Porque insiste em estar me rodeando. Já não basta tudo que tenho passado, todos os descabelamentos e preocupações do dia-a-dia que sem mais nem menos aparecem, agora começo a dar piti comigo mesma????
Ahh não. Sai pra lá negatividade.
Embora ainda exista um certo assunto que preciso conversar. Porque ainda o considero válido. Certas coisas só se mudam quando um passo ainda maior é dado. Por exemplo, na dança. Enquanto estamos no famoso passo básico, aprendendo sozinhos, um de frente para o outro, tá tudo bem, maravilha. Mas, quando junta os dois pra dançarem, tendo que seguir uma aquela lei e ainda pensar no ritmo da música, em quem conduz quem, é outro passo completamente novo, que só se é dado quando se tem a firme segurança que não vai ser agredido no andar de baixo (os pés).
Temos um passo mau resolvido. E é preciso resolvê-lo antes que o passo volte a ser dado e descompasse toda a música.
Lile
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Menos de 4 Meses
Tanta coisa acontecendo...
Nesses 22 dias de volta, estou me divertindo muito por aqui.
É bom estar perto da família e dos velhos e bons amigos.
Mas tem momentos que eu queria realmente tirar férias, ou dormir um dia inteiro. Sem que ninguém me encomodasse, falasse o que eu devo fazer, sem horário pra nada.
Estou sentindo falta desesperadamente da minha liberdade de horário.
Dos meus momentos de paz (sem ninguém berrando pra que eu faça algo, ou dizendo que eu não fiz algo até o dito momento).
A loucura faz parte do ser humano, e isso eu já aprendi faz tempo. Mas é uma loucura saudável. A que eu estou tendo, não é nada saudável. Pelo contrário, tem me deixado estressada, com dores pelo corpo por noites mau dormidas, e uma vontade imensa de mandar a pessoa pra´quele lugar.
Hoje me dei conta que, por mais que nossos pensamentos não batam de jeito nenhum com os pensamentos retrógrados da cidade onde você vive, ou você se adapta à eles e dança conforme a música, ou não dança mais.
Resolvi dançar conforme a música que toca por aqui. Admito que não é nada do ritmo que eu costumo ouvir, mas é o que vai me levar a ganhar troféus e méritos.
Então... que a dança comece.
Nesses 22 dias de volta, estou me divertindo muito por aqui.
É bom estar perto da família e dos velhos e bons amigos.
Mas tem momentos que eu queria realmente tirar férias, ou dormir um dia inteiro. Sem que ninguém me encomodasse, falasse o que eu devo fazer, sem horário pra nada.
Estou sentindo falta desesperadamente da minha liberdade de horário.
Dos meus momentos de paz (sem ninguém berrando pra que eu faça algo, ou dizendo que eu não fiz algo até o dito momento).
A loucura faz parte do ser humano, e isso eu já aprendi faz tempo. Mas é uma loucura saudável. A que eu estou tendo, não é nada saudável. Pelo contrário, tem me deixado estressada, com dores pelo corpo por noites mau dormidas, e uma vontade imensa de mandar a pessoa pra´quele lugar.
Hoje me dei conta que, por mais que nossos pensamentos não batam de jeito nenhum com os pensamentos retrógrados da cidade onde você vive, ou você se adapta à eles e dança conforme a música, ou não dança mais.
Resolvi dançar conforme a música que toca por aqui. Admito que não é nada do ritmo que eu costumo ouvir, mas é o que vai me levar a ganhar troféus e méritos.
Então... que a dança comece.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Às vezes ando tão F*****
Honrando uma música do Barão Vermelho, eu começo este texto f*****.
Por que? Porque o curso que estou fazendo em Curitiba não tem campo aqui em São Mateus do Sul. Porque vou precisar começar do zero outro curso que é bem provável que eu não consiga me achar com ele. Porque me mudando pra cá, vou ter que dançar conforme esta música, e tenho medo de errar o passo e não acertar mais. Porque meus pais já estão achando que eu vou ser desempregada pro resto da minha vida, pegando empregos temporários para ter algum dinheiro durante aquele tempo.
Tá tudo caminhando tão complicado, que só o casamento mesmo é que está indo, até porque não estamos nem mexendo com ele por enquanto. Resumindo, quando me perguntarem qual é minha profissão, ainda terei que dizer: “estudante”. Minha profissão eterna creio eu.
Gostaria de poder ver minha vida com outros olhos, mas simplesmente não vejo uma luz no final do túnel há muito tempo. Estou com medo até. Acho que essa luz definitivamente não existe para mim.
Como posso fazer um curso que não é pra mim? Eu sei que a gente só descobre as coisas fazendo e dando a cara pra bater, como foi com Publicidade, mas sei lá. Não quero errar mais, sabe? Não quero ter que começar de novo porque eu fui incompetente novamente e não servi pro curso.
Éééé... a gente imagina uma coisa, mas as curvas sempre nos levam para outros lugares.
Às vezes ando tão f*****.
Por que? Porque o curso que estou fazendo em Curitiba não tem campo aqui em São Mateus do Sul. Porque vou precisar começar do zero outro curso que é bem provável que eu não consiga me achar com ele. Porque me mudando pra cá, vou ter que dançar conforme esta música, e tenho medo de errar o passo e não acertar mais. Porque meus pais já estão achando que eu vou ser desempregada pro resto da minha vida, pegando empregos temporários para ter algum dinheiro durante aquele tempo.
Tá tudo caminhando tão complicado, que só o casamento mesmo é que está indo, até porque não estamos nem mexendo com ele por enquanto. Resumindo, quando me perguntarem qual é minha profissão, ainda terei que dizer: “estudante”. Minha profissão eterna creio eu.
Gostaria de poder ver minha vida com outros olhos, mas simplesmente não vejo uma luz no final do túnel há muito tempo. Estou com medo até. Acho que essa luz definitivamente não existe para mim.
Como posso fazer um curso que não é pra mim? Eu sei que a gente só descobre as coisas fazendo e dando a cara pra bater, como foi com Publicidade, mas sei lá. Não quero errar mais, sabe? Não quero ter que começar de novo porque eu fui incompetente novamente e não servi pro curso.
Éééé... a gente imagina uma coisa, mas as curvas sempre nos levam para outros lugares.
Às vezes ando tão f*****.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
About Gossip Girl
Essa série dá o que falar, não é?
E isso que eu ainda estou vendo a Segunda Temporada.
Mas me dá um certo alívio não estar mais no colégio, já ter crescido e passado dessa fase adolescente loca/rebelde.
Sempre que assisto um episódio lembro das coisas que aconteceram, do que deixei pra trás, das coisas que não quero mais lembrar. É uma passagem muito perturbadora se vocês querem saber (mas imagino que todos já saibam).
Mas eu aprendi muito com meus erros... a maioria deles me ensinou o que eu NÃO devo ser.
Em proporções totalmente diferentes - glamour, dinheiro, país - as histórias se repetem. Praticamente no mesmo patamar. Fico feliz pelo fato de até a elite sofrer com seus momentos de fraqueza em relação a sentimentos.
Mas me deixa super feliz saber que os ricos (milionários, diga-se de passagem), parece que sofrem muito mais do que nós, meros mortais.
Decepção não escolhe grandeza, apenas acontece.
Minhas decepções foram grandes, mas ainda bem que já passaram (em questão de amores, relacionamentos, namoros, enfim). Obviamente que outras virão ao longo de minha vida. Mas serão outros tipos de decepções.
Ufa! Dá um alívio no coração!
X.O.X.O
hehe
E isso que eu ainda estou vendo a Segunda Temporada.
Mas me dá um certo alívio não estar mais no colégio, já ter crescido e passado dessa fase adolescente loca/rebelde.
Sempre que assisto um episódio lembro das coisas que aconteceram, do que deixei pra trás, das coisas que não quero mais lembrar. É uma passagem muito perturbadora se vocês querem saber (mas imagino que todos já saibam).
Mas eu aprendi muito com meus erros... a maioria deles me ensinou o que eu NÃO devo ser.
Em proporções totalmente diferentes - glamour, dinheiro, país - as histórias se repetem. Praticamente no mesmo patamar. Fico feliz pelo fato de até a elite sofrer com seus momentos de fraqueza em relação a sentimentos.
Mas me deixa super feliz saber que os ricos (milionários, diga-se de passagem), parece que sofrem muito mais do que nós, meros mortais.
Decepção não escolhe grandeza, apenas acontece.
Minhas decepções foram grandes, mas ainda bem que já passaram (em questão de amores, relacionamentos, namoros, enfim). Obviamente que outras virão ao longo de minha vida. Mas serão outros tipos de decepções.
Ufa! Dá um alívio no coração!
X.O.X.O
hehe
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